Em 2022, uma frase ecoou em uma mente criativa e, à primeira vista, sem foco definido. Aos poucos, surgiram palavras; as palavras transformaram-se em cenas; as cenas evoluíram para um grande texto ao final de 2024. Ao longo de 2025, esse texto passou por análises críticas e por todo o processo editorial concernente à publicação de um livro. Sinestesia tornou-se, então, uma história completa, com início, meio e fim, em novembro de 2025.
O lançamento de Sinestesia marca a gênese de uma ideia maior do que a própria história. Nasce um projeto que se propõe, ao mesmo tempo, a ser guardião e arauto de novos mundos — realidades fictícias tão longínquas quanto semelhantes à nossa experiência humana.
No momento em que escrevo esta carta aberta aos leitores desta página, não sei dizer exatamente em que tipo de empreendimento essa ideia irá se transformar. Não sei se a designação ideal será estúdio, agência, bureau ou até mesmo editora. O que sei é que ela pode — e irá — tornar-se uma ferramenta de materialização de ideias que nascem em mentes tão borbulhantes quanto a minha.
